“É preciso vencer a chamada “preguiça”, pois somente assim acordaremos nossos talentos adormecidos.”

 

Olá, pessoal!

 

Na nossa conversa de hoje, proponho uma reflexão na busca de respostas para as seguintes perguntas...

Vamos lá?

Quais são os seus talentos?  O que vocês têm feito para desenvolvê-los? Vocês acham que é possível desenvolver um talento?  Cada pessoa já nasce com seus próprios dons?

Talvez alguns de vocês até verbalizem: meu talento é pintar, cozinhar, desenhar, escrever, ensinar...

Outros podem pensar: dom? Talento? Não, não tenho nenhum...

Então, é sobre esse assunto que quero falar com vocês hoje.

Talento era o nome dado à moeda utilizada na Grécia e na Roma antigas. Era, então, uma medida de dinheiro, uma medida de grande valor. A palavra talento, originalmente, não significava uma habilidade ou um dom, como utilizamos hoje, mas a razão para esse uso se explica por ser sinônimo daquilo que era valioso. Dessa forma, quando falamos que uma pessoa é talentosa, estamos nos referindo àquilo que ela tem de valor dentro de si, às suas aptidões.

Muitos de nós acham que os talentos ou dons são simplesmente uma habilidade natural que leva uma pessoa a executar algo com maestria. Porém, ao contrário do que pensamos, eles são aptidões que podem ser adquiridas a partir da vontade, do esforço, das mensagens intuitivas que nos sinalizam e do trabalho de cada um.

Dizendo de outra forma, todos nós temos vários talentos, vários dons, várias aptidões para desenvolver. No entanto, isso não significa que necessariamente precisamos ter nascido com elas, não significa que já estamos prontos, pois temos condições de desenvolvê-las.

Vamos, então, refletir mais um pouco a partir de alguns exemplos.

Vocês provavelmente conhecem alguém que consideram um excelente orador, ou seja, uma pessoa que ministra palestras e que fala muito bem em público, não é mesmo?

Normalmente, temos tendência em pensar que essa pessoa já nasceu com o dom da oratória, da palavra.

 Mas... não é bem assim, sabem por quê?

Porque todas as pessoas possuem talentos em potencial. E, no caso do exemplo acima, podemos afirmar que todos nós temos talentos para aprender a falar melhor, se assim quisermos.

Desse modo, se tivermos realmente vontade de ter uma boa oratória, podemos escolher desenvolver esse talento em potencial, participando, por exemplo, de cursos de oratória, lendo livros sobre o assunto, assistindo vídeos pela internet e, ainda, trabalhando para vencer a timidez. Pode ser que não nos tornemos um excelente orador como alguém que já possui há muito tempo essa habilidade, mas iremos, sim, conseguir desenvolver esse novo talento a partir do esforço pessoal.

Alguns podem pensar também...

Queria tanto ter talento para cozinhar, mas não cozinho bem...

O que é possível fazer?

Ora, buscar um livro de receita, assistir vídeos sobre gastronomia, fazer um curso de culinária, procurar por amigos ou familiares que cozinham há mais tempo e que tenham experiência. Tais atitudes significam “pegar” o nosso talento em potencial e, a partir do esforço, buscar desenvolvê-lo.

Ou ainda...

Queria tanto ter aptidão para estudar, mas não tenho...

Você não tem ou não quer?

Como já mencionei aqui, todos nós temos talentos potenciais. Portanto, se quisermos estudar de verdade, precisamos ler sobre memorização, pedir auxílio para quem tem facilidade de interpretação, buscar esquemas de estudo. E, embora existam várias pessoas com mais facilidade de estudar, isso não impede que trabalhemos a nossa mente com o intuito de conquistar esse talento.

Mesmo porque, quando decidimos desenvolver um talento por vontade própria, estudamos, trabalhamos e lutamos até conquistarmos. Certo?

Mas, para isso, precisamos vencer a chamada “preguiça”, pois muitos se escondem atrás dela e deixam de trabalhar as suas potencialidades, não abraçando, assim, seus talentos adormecidos.

É importante lembrar também que não temos que ter todos os dons ou trabalhar todos eles, mas escolher aqueles que nos inspiram, dos quais gostamos, que desejamos, que estão nos chamando, “gritando”.  A verdade é que podemos aprender o que quisermos se realmente investirmos nos nossos talentos. Podemos ser uma mãe melhor, um pai melhor, uma professora melhor, um médico melhor, uma pessoa melhor, se isso for, verdadeiramente, a nossa vontade.

 Contudo, é preciso lembrar que essas conquistas exigem escolhas, esforços e determinação. Não é algo que está pronto, mas que precisa ser adquirido e conquistado por desejo próprio, pois somente assim nos tornaremos, a cada dia, seres humanos melhores e mais felizes.

Tentem e experimentem novos talentos!

Até a próxima!

 

Janayna.

 

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