“Vale mais um abraço do que um presente; vale mais uma conversa do que comer a sobremesa... Para isso, é necessário que cada um de nós cultive dentro do seu coração a esperança em dias melhores, os sentimentos verdadeiros e a busca de convivências saudáveis.”

 

Olá, pessoal!

 

Quem de nós nunca disse essa frase: Nossa, parece que o Natal foi ontem!
Sim, isso acontece porque muitas vezes, temos a sensação de que ele chega rápido demais... E o que nos traz esse sentimento é, certamente, a nossa correria cotidiana, pois estamos o tempo todo trabalhando, estudando, planejando e, de repente, quando nos damos conta, já é Natal...

Tudo começa no mês de novembro ou até mesmo em outubro... Lojas cercadas de enfeites de Natal, supermercados repletos de “panetones” e aí, lá vamos nós correndo para pensar: nos presentes; na ceia e no almoço de Natal; no local onde iremos celebrar a data; nas pessoas que com quem iremos passar esse dia tão importante...

Mas o que é o Natal? Onde está o Natal?

Na tentativa de responder essas duas perguntas centrais, compartilho antes, outros questionamentos...

Será o Natal:
A época de enfeitar nossas casas? De comprar diferentes comidas e guloseimas? De dar presentes? De ajudar pessoas carentes? De lembrar daquele familiar com quem não falamos o ano inteiro? De presentear nossas crianças com os melhores presentes?

Estará simplesmente, o Natal relacionado a essas comemorações, a troca de presentes e ao consumismo? Vocês, alguma vez, já pararam para pensar no que significa essa pequena palavra?

Pois bem, chega de tantas perguntas e vamos tentar encontrar possíveis respostas para elas?

A palavra “Natal” significa nascimento, e nesse caso para os cristãos, a data 25 de dezembro é realmente o tempo de festejar, de comemorar, de celebrar o nascimento de Jesus.

Obviamente, minha intensão aqui no blog não é falar de religião, uma vez que cada um de nós tem a sua, e devemos respeitar essa diversidade...

Porém, tenho sim a pretensão de nos dar a oportunidade de refletir sobre o que é o Natal, bem como sobre o que ele representa dentro de nós.

No Natal podemos sim enfeitar nossas casas, reunir a família com um cardápio delicioso e ainda, realizar trocas de presentes... É muito importante também a ajuda aos outros: àqueles que não tem casa e comida e às crianças carentes que contam com o nosso auxílio para serem presenteadas...

Mas antes de tudo isso, o Natal precisa ser símbolo de serenidade, de afeto, de alegria e de gratidão, sentimentos esses que precisam estar dentro de nós, ou seja, no nosso modo de agir, de falar e de conviver com as pessoas que estão a nossa volta...

E como praticar isso?

Dando menos ênfase ao consumismo e entendo que: vale mais um abraço do que um presente; vale mais uma conversa do que comer a sobremesa; vale mais estar junto do que estar conectado ao celular; vale mais doar um minuto de sua atenção dando um bom dia a quem lhe pede algo no trânsito do que dar um trocado sem lhe olhar nos olhos; vale mais parar alguns minutos para contar uma história à sua criança do que permitir que ela fique o dia inteiro de frente para a televisão ou para o qualquer outro equipamento eletrônico...

Enfim, vale muito mais termos as pessoas ao nosso lado e compartilharmos com elas o que temos de melhor, do que substituir boas atitudes por presentes caros, por convivências sem “presença” ou por qualquer atitude que nos afaste da oportunidade de estar juntos em plenitude...

Ultimamente, tenho percebido que a palavra gratidão está em alta... No entanto, será que basta agradecer? Ou é preciso sentir e agir?

Portanto, façam a sua parte, busquem o verdadeiro Natal que está dentro de vocês, e tentem celebrar essa data de forma que ela ultrapasse a ceia, as propagandas da mídia, os presentes e a convivência superficial...

É preciso então, que nossas atitudes sejam concretas para que o Natal realmente nunca saia de moda... Para isso, é necessário que cada um de nós cultive dentro do seu coração a esperança em dias melhores, os sentimentos verdadeiros e a busca de convivências saudáveis...

Topam então deixar de lado as reclamações, o desânimo e a maneira mecânica de dizer: parece que Natal foi ontem... para dar lugar, realmente, a uma celebração que permita que transborde do nosso interior a confiança, a esperança e sobretudo a capacidade de nos tornamos seres humanos melhores a cada dia?!

Finalizo então, com desejos de um doce e Feliz Natal para todos!

Um grande abraço e até a próxima!

Janayna.

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